Roda de Conversa debate sobre atuação junto a crianças e adolescentes

Roda de Conversa debate sobre atuação junto a crianças e adolescentes


A AMESC (Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense) promoveu uma roda de conversa sobre atribuições, atuação, funcionamento e vinculação da estrutura orgânica do poder executivo do Conselho Tutelar, nesta sexta-feira (24) pela manhã.
O promotor de Justiça e coordenador do Centro de Apoio à infância e Juventude do Ministério Público de SC, Dr. João Luiz De Carvalho Botega, realizou uma palestra antes de abrir os debates. Dr. João enfatizou a importância da valorização do conselheiro tutelar conforme preconiza a lei, mas que estes também esteja tecnicamente preparado para atender a função. “Não compete amadorismo para atender a criança e ao adolescente. A lei embasa que são prioridades diante de outras ações”, observou. 
O presidente da AMESC, prefeito de Timbé do Sul, observou a missão das administrações em fazer gestão, sendo importante debates como o ocorridos na roda de conversa para haver mais qualificação no embasamento.
A assessora em Políticas Públicas da AMESC, a assistente social Rosangela Paulino Alexandrino, descreve que foram convidados para a ação os prefeitos, e secretárias(os) de Assistência Social, Saúde, Educação, chefes de gabinetes; assistente sociais, psicólogos, Conselheiros Tutelares,  representantes dos conselhos municipais dos direitos da criança e do adolescente (CMDACA) e demais convidados.
A AMESC, enquanto órgão representativo dos 15  municípios da região, entidade que atua nas políticas sociais, entre elas dos Direitos da Criança e do Adolescente, entende o quanto é importante o trabalho integrado na rede e com os demais órgãos que compõe o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e Adolescente. Houve necessidade de realizar esta Roda de Conversa com a rede de atendimento com o  objetivo de proporcionar aos municípios que compõe a AMESC a educação permanente , buscando garantir a atuação deste sistema na proteção de crianças e adolescentes, a partir da qualificação dos profissionais da rede de atendimento e de direitos, no que se refere ao seu trabalho e na operacionalização do atendimento de crianças e adolescentes. 
Para a coordenadora do CREAS de Araranguá e presidente do Colegiado Regional de Assistência Social da AMESC, Tais Coelh